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Monitoramento de leito hospitalar. Conheça as tecnologias responsáveis por um monitoramento de excelência!

PALAVRA-CHAVE: Monitoramento de leito hospitalar

Em que consiste o monitoramento de leito hospitalar?

O monitoramento de leito hospitalar, nada mais é do que acompanhar a saúde do paciente, de forma a obter informações sobre a saúde dele e, a partir disto, ministrar os medicamentos necessários para a melhora gradual do mesmo.

Diz respeito a acompanhar o quadro no qual ele se encontra e isso é primordial para o sucesso do tratamento. 

Hoje em dia, é possível ter o apoio de
tecnologias cada vez mais avançadas, personalizáveis e assertivas, que permitem que médicos, enfermeiros, engenheiros clínicos e outros profissionais da saúde podem alcançar pacientes em leito, de maneira remota.

Isso só é possível graças a equipamentos ultra modernos elencados pela equipe de engenharia clínica responsável pelos ativos hospitalares e graças à ascensão de especialidades, como a
telemedicina, que potencializam os meios de transmissão e compartilhamento de informações médicas.

A tecnologia se tornou aliada da medicina, trazendo avanços em diferentes segmentos, desde um raio x a processos laboratoriais de ponta como sequenciamento genético ou cirurgias remotas com a utilização de IA (Inteligência Artificial). Dessa maneira, entende-se que o monitoramento de leito hospitalar com alta tecnologia é mostra primordial no acompanhamento e bem-estar do paciente. 

O
que envolve o monitoramento de leito hospitalar?

Monitoramento de leito hospitalar é um processo realizado de maneira contínua, cujo objetivo é o acompanhamento das condições de saúde do paciente presente.

Este processo inclui três etapas essenciais: 

  • 1: Dados são coletados através de dispositivos, anamnese (entrevista com o paciente quando este está em condições para tal procedimento), avaliação clínica, exames de diagnósticos e laboratoriais;
  •  2: Dados são analisados e interpretados, levando a conclusões ou hipóteses sobre a saúde do paciente;
  •  3: As informações reunidas são utilizadas para apoiar as tomadas de decisões assertivas pelo corpo clínico. 

Nos hospitais, o paciente que se beneficia da tecnologia para monitoramento do estado clinico é, por exemplo, o da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), pois, grande parte deles se encontra em uma condição que exige cuidados contínuos, abordagem terapêutica e o pleno funcionamento dos ativos ao redor.

É necessário o monitoramento mais específico nos seguintes casos:

  • Pacientes em estado crítico;
  • Em condições de alto risco;
  • Com suspeitas de males com risco à vida;
  • Com sistemas fisiológicos instáveis;
  • Mulheres em trabalho de parto;

O principal propósito deste monitoramento é também garantir o acompanhamento de pacientes com doenças crônicas ou dificuldades de locomoção.

A segurança do paciente

A
segurança do paciente tem se tornado um dos temas mais debatidos na área da saúde, afetando diretamente a qualidade da assistência prestada pela equipe de enfermagem, medicina, engenharia clínica e pela alta administração do hospital.

A segurança do paciente representa um dos maiores desafios para a excelência da qualidade no serviço de saúde, uma vez que as condições de trabalho comprometem a qualidade do cuidado, em qualquer instituição. 
Sendo assim, medidas para a segurança do paciente são adotadas para tornar o tratamento mais efetivo. Podemos identificar como principais medidas em ambiente hospitalar essenciais:

  • Higiene das mãos para evitar riscos de infecções;
  • Segurança cirúrgica: em relação ao local de intervenção e ao paciente;
  • Administração, prescrição e uso seguro de medicamentos; 
  • Prevenção de quedas dos pacientes e úlceras por pressão;
  • Controle total das tecnologias dos ativos envolvidos ao leito do paciente.

A tecnologia dos ativos

É de suma importância que as tecnologias envolvidas no monitoramento de leito hospitalar sejam sempre atualizadas e de alta segurança para o acontecimento de eventuais danos, tanto para quedas de energia quanto para ataques cibernéticos, que também podem acontecer neste tipo de aparelho.

Segundo dados, apenas em 2019, os ataques cibernéticos direcionados aos hospitais e seus equipamentos tecnológicos sofreu um aumento de 195%.

Esse mesmo estudo constatou que o período de inatividade dos softwares utilizados nesses espaços custa cerca de 740 mil dólares às instituições por incidente, sendo assim, cerca de 50% dos centros hospitalares têm atualizado seus sistemas de tecnologia da informação e comunicação, buscando melhores tecnologias para esse setor. Porém, para promover uma verdadeira disrupção tecnológica, é fundamental estabelecer um plano de ação completo e estratégias. As principais delas são: 

  • Elaborar um planejamento completo

Para a implementação de qualquer estratégia é preciso ter planejamento. Nesse sentido, o setor de engenharia clínica necessita realizar uma análise completa da estrutura do leito hospitalar, do espaço para equipamentos, quantidade de profissionais disponíveis para controlar os ativos, selecionar estes ativos com bons fornecedores e observar possíveis gargalos nos processos.

Assim, é possível também identificar necessidades como:  a adoção de ferramentas na nuvem, compra de novos equipamentos e adequação de protocolos mais profundos, por exemplo.

A partir das informações levantadas, é preciso organizar planos de ação para suprir essas precisões.

  • Centralização de dados e integração de informações

Um dos prós da modernização da gestão de ativos tecnológicos em hospitais é a centralização de dados e integração das informações. Por meio de uma tecnologia com foco total em ativos hospitalares, os profissionais conseguem visualizar e agregar mais dados nas fichas do paciente e do próprio equipamento.

Essa centralização diz respeito ao momento do atendimento e do monitoramento do leito hospitalar.

Aqui, é preciso estabelecer um processo que viabilize a integração de um único sistema com dados sobre os equipamentos, evitando falhas e diminuição da segurança do paciente em leito.

  • Estabelecer um plano de contingência:

Não podemos falar a respeito da modernização na gestão de ativos sem falar sobre a elaboração do plano de contingência, pois o processo garantirá a disponibilidade de toda a rede tecnológica pelo maior tempo possível ou rápidas decisões em casos de paradas, falhas ou tentativas de invasões cibernéticas.

Por isso, é muito importante que esta série de fatores seja levada em conta para o sucesso do monitoramento de leito hospitalar. 

Conheça a Inteligência Artificial que realiza a gestão de ativos e colabora para um bom monitoramento de leito hospitalar!

Hoje em dia não
existe saúde de excelência sem tecnologia. É necessário que exista a tecnologia de ponta para que tudo corra bem. Ter um suporte qualificado em engenharia clínica fará toda a diferença para o paciente.

A Inteligência Artificial é uma das premissas para que esta tecnologia de ponta atue com excelência.

O
sistema Genesis é 100% baseado em Inteligência Artificial, traz inovação e alta segurança para os ativos hospitalares, levando os atendimentos ao paciente em leito ao melhor nível, e tornando o hospital parte de uma nova era de segurança e fluidez de dados e qualidade na tecnologia hospitalar.

Conheça agora o sistema Genesis para gestão de ativos e leve o seu trabalho a era 4.0!

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